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CONSTÂNCIO ROQUE MONTEIRO (1907-1980) -2 “Galeno tem Coração", Colectânea de poemas. Bastorá: Tip. Rangel, 1942, Com ilustrações de Constâncio Fernandes e Mulgãokar; “Cântico Azul”, Colectânea de poemas, Margão: Tip. Hindu, 1948. “As Maravilhas do Céu”. [Extrato de "Christianisme dans les temps présents por Mons. Bougaud (vol. V)]. Tradução de [...] Margão: Tip. Gomantak, s.d., in 8º, 23 p. Fasc. III da "Colecção A Voz do Céu". -“As Florinhas da Minha Aldeia” (publicação do Autor). Não ficou por aqui a sua actividade no domínio das letras, porque deixou escritos variados contos e peças de teatro, que infelizmente não foram publicadas, como é o caso do “O Rabicho do Botto”. Também compôs letras e músicas para varias canções de cariz popular e escolar, algumas das quais foram divulgadas na Emissora de Goa. Deu uma longa e variada colaboração literária a imprensa escrita com destaque entre outros ao jornal diário “A Vida”, ao semanário “A Índia Portuguesa” ambos editados na cidade de Margão e também ao semanário “Vauraddeanchó Ixtt – Amigo dos Operários”, editado em Pilar. Foi colaborador da Emissora de Goa.
Dr. Constâncio Roque Monteiro e sua esposa D. Berta Rego O canto e a música eram seu passatempo favorito, sendo o violino o seu instrumento musical predilecto; quem o conheceu não pode esquecer o entusiasmo e apoio que dava às animadas e divertidas serenatas que a sua irmã Cristina organizava no balcão da sua casa de Nagoá, nos quentes meses de Abril e Maio, na companhia dos seus filhos e sobrinhos. Sendo um homem de profundas convicções religiosas e um praticante convicto, escreveu e musicou numerosos hinos e cânticos religiosos dos quais o mais conhecido e divulgado foi um hino dedicado a sua Excelência Reverendíssima D. José da Costa Nunes, na altura Arcebispo de Goa e Damão, Patriarca das Índias Orientais e Primaz do Oriente. Casou com a senhora D. Berta Rego, de Vernã (Poriebatt); os seus filhos vivem em Goa e Barodá (Índia), Lisboa (Portugal), Rio de Janeiro (Brasil) e Estados Unidos. Era o irmão mais velho de Agostinho (casado com Elvira Velho e pai de cinco filhos), médico em Betalbatim, Majordá, Utordá, Nagoá e Pangim e director do jornal “Diário da Noite”; Lucino, sacerdote católico, Maria Cristina, professora de ensino primário, antes citada, e Ângela, freira carmelita, professora e directora de vários colégios carmelitas (Carmel Colleges), que é presentemente a única sobrevivente de entre os irmãos. Faleceu em Nagoá de Vernã, a 2 de Janeiro de 1980.
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